É isso que eu quero pra mim, tudo um problema psicológico a respeito do meu corpo, caras e bocas, um diagnóstico e prognóstico completo a respeito de toda essa coisa feminina a respeito de tudo. Quero me estressar porque engordei 3kg ou ficar muito furiosa porque a minha bolsa não combina com os meus sapatos e principalmente que todo o meu trauma psicológico seja, seja qualquer um...
Mas o existencialismo... não, esse eu quero bem longe dos meus pensamentos, quero esquecer que existem essas tais impressões subliminares, subconsciente e definitivamente quero achar que a Teoria da Conspiração é apenas um mito.
Quero ser frívola e se puder até mesmo frígida, insensível e quem sabe se puder invisível, quero conseguir me colar diante de tanta imparcialidade, quero ser assim um ser inexistente, porque existir dói assim, fisicamente. Porque eu me rasgo.
E eu nem pedi isso pra mim. Quero que não exista nenhum, porque principalmente não quero que o porque me persiga. Afinal eu pensei que isso era apenas uma fase aos 3 anos de idade e hoje às esquinas dos 33, como Cristo digo ao meu Pai: "Pai, se for possível afaste de mim esse cálice".
E aqui do jeito antigo, escrevendo estas com o cigarro aceso e quase psicografando com uma letra quase ilegível. Nem sei se vale a pena alguém me ler... Todas as vezes que me questiono sobre isso me lembro de "Entrevista Com o Vampiro" e do Brad Pitt, lindo e confuso e tão perdido dentro de si mesmo que não tinha a capacidade nem a força necessária pra algo fazer... E talvez o Tom Cruise tivesse razão em dizer: "Como é chato, e como fala"... Tanta dor e nostalgia, tanta paixão.
Mas o que afinal é esse sentimento que denominamos paixão?
O Houaiss diz que "Paixão é um sentimento, gosto ou amor intenso ao ponto de ofuscar a razão, um furor incontrolável, supera o limite do fanatismo chegando a tornar-se uma inclinação emocional violenta.", mas não constestando o seu Houaiss eu prefiro pensar em mim com uma forma mais PATÉTICA, que nada mais é do que aquela pessoa que tem a capacidade de provocar pena, produzindo tristeza, terror, ou causando uma tragédia impresciva, porque definitivamente sou acessível a impressão externa.
Sim, sou passional!
E meu próprio corpo aprisiona meu espírito livre, e esse paradóxo é o meu cárcere. Definitivamente, se eu não for portadora de alguma espécie de esquizofrenia ando tendo contatos imediatos, com alienígenas ou espíritos passados...
Porque ouço vozes, como se fosse meio-dia em plena praça XV, e em meu corpo pulsam emoções como se tivessem inúmeras pessoas aprisionadas com vontade própria, e é um único corpo e não suporta tanta pressão.
Uma vez alguém me disse que é natural do ser humano, quando se toma uma decisão, viver a eterna desilusão nas 99 não tomadas. Talvez ele estivesse certo. Talvez não.
E em mim, pulsa essa eterna sensação de saudade imensa de tudo. Tudo o que ainda não vi e vi. Esse desejo desesperado de tudo que ainda não senti, a curiosidade de tudo que não tive acesso. Ao mesmo tempo eu quero tanto estar exatamente aqui, fazendo o que estou fazendo, com a calma e tranquilidade que não tenho, porque parte de mim está a 300 km/h enquanto a outra a 20.
E então eu respiro.
E eu preciso que você respire comigo.
Porque sou a tempestade que anoitece; a que assusta com raios e trovões. Sou eu quem agito o oceano. Não sei ser dia nublado.
Eu fumo pra ficar rouca, bebo pra não ficar em pé, quero de sufocar. Pulo pra você como quem cai do precipício, é só assim que eu sei amar, como quem enlouquece. Como quem curte a música mais querida. Como criança tomando banho de chuva. Como o fanático e sua religião. Como quem e também como o que.
Bicho, monstro, princesa, bruxa, como se só pudesse ser você. DESESPERADAMENTE.
As portas estão abertas para você ir, não vou mais te prender, mas se for não olhe para trás porque quando eu quero eu respiro, mas quando não me quer... eu me esqueço.
Mas o existencialismo... não, esse eu quero bem longe dos meus pensamentos, quero esquecer que existem essas tais impressões subliminares, subconsciente e definitivamente quero achar que a Teoria da Conspiração é apenas um mito.
Quero ser frívola e se puder até mesmo frígida, insensível e quem sabe se puder invisível, quero conseguir me colar diante de tanta imparcialidade, quero ser assim um ser inexistente, porque existir dói assim, fisicamente. Porque eu me rasgo.
E eu nem pedi isso pra mim. Quero que não exista nenhum, porque principalmente não quero que o porque me persiga. Afinal eu pensei que isso era apenas uma fase aos 3 anos de idade e hoje às esquinas dos 33, como Cristo digo ao meu Pai: "Pai, se for possível afaste de mim esse cálice".
E aqui do jeito antigo, escrevendo estas com o cigarro aceso e quase psicografando com uma letra quase ilegível. Nem sei se vale a pena alguém me ler... Todas as vezes que me questiono sobre isso me lembro de "Entrevista Com o Vampiro" e do Brad Pitt, lindo e confuso e tão perdido dentro de si mesmo que não tinha a capacidade nem a força necessária pra algo fazer... E talvez o Tom Cruise tivesse razão em dizer: "Como é chato, e como fala"... Tanta dor e nostalgia, tanta paixão.
Mas o que afinal é esse sentimento que denominamos paixão?
O Houaiss diz que "Paixão é um sentimento, gosto ou amor intenso ao ponto de ofuscar a razão, um furor incontrolável, supera o limite do fanatismo chegando a tornar-se uma inclinação emocional violenta.", mas não constestando o seu Houaiss eu prefiro pensar em mim com uma forma mais PATÉTICA, que nada mais é do que aquela pessoa que tem a capacidade de provocar pena, produzindo tristeza, terror, ou causando uma tragédia impresciva, porque definitivamente sou acessível a impressão externa.
Sim, sou passional!
E meu próprio corpo aprisiona meu espírito livre, e esse paradóxo é o meu cárcere. Definitivamente, se eu não for portadora de alguma espécie de esquizofrenia ando tendo contatos imediatos, com alienígenas ou espíritos passados...
Porque ouço vozes, como se fosse meio-dia em plena praça XV, e em meu corpo pulsam emoções como se tivessem inúmeras pessoas aprisionadas com vontade própria, e é um único corpo e não suporta tanta pressão.
Uma vez alguém me disse que é natural do ser humano, quando se toma uma decisão, viver a eterna desilusão nas 99 não tomadas. Talvez ele estivesse certo. Talvez não.
E em mim, pulsa essa eterna sensação de saudade imensa de tudo. Tudo o que ainda não vi e vi. Esse desejo desesperado de tudo que ainda não senti, a curiosidade de tudo que não tive acesso. Ao mesmo tempo eu quero tanto estar exatamente aqui, fazendo o que estou fazendo, com a calma e tranquilidade que não tenho, porque parte de mim está a 300 km/h enquanto a outra a 20.
E então eu respiro.
E eu preciso que você respire comigo.
Porque sou a tempestade que anoitece; a que assusta com raios e trovões. Sou eu quem agito o oceano. Não sei ser dia nublado.
Eu fumo pra ficar rouca, bebo pra não ficar em pé, quero de sufocar. Pulo pra você como quem cai do precipício, é só assim que eu sei amar, como quem enlouquece. Como quem curte a música mais querida. Como criança tomando banho de chuva. Como o fanático e sua religião. Como quem e também como o que.
Bicho, monstro, princesa, bruxa, como se só pudesse ser você. DESESPERADAMENTE.
As portas estão abertas para você ir, não vou mais te prender, mas se for não olhe para trás porque quando eu quero eu respiro, mas quando não me quer... eu me esqueço.




